O que me vai na alma...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

A beleza da simplicidade




[Nikita @ Serra da Freita - Arouca / Aveiro]


Branco, branco, branco...
Frio, frio, frio...
Risos, brincadeiras, felicidade...

As coisas mais belas são as mais simples!


sexta-feira, 28 de novembro de 2008

A desumanidade da Humanidade

Fui ver...
consciencializador...
chocante... assustador...
retrato desumano da Humanidade...
tão horroroso e tão potencialmente verdadeiro...
IMPERDÍVEL!

Ecos...


Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo...

Há uma hora estava a fazer aquilo! Agora estou a fazer isto! Mas já me devia estar a preparar para fazer o que tenho de fazer a seguir!


Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo...


Há bocado estava ali! Agora estou aqui! Mas já devia estar a ir para acolá!


Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo... Tempo...

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

As TIC e as relações humanas



Num mundo cada vez mais marcado pelas TIC, as relações acabam por ser cada vez mais iniciadas, construídas e, naturalmente, terminadas à distância, mediadas pelo ecrã de um computador, à distância de um clique! Será isto bom? Mau? Depende do contexto inerente a cada relação e do tipo de relação que se quer.

Eu sou adepta das TIC, mas no que toca a relações humanas tenho vindo a mudar a minha opinião. Não dispenso o calor de uma conversa in presentia, a troca de olhares, os sorrisos, o toque, o descodificar das emoções que muitas vezes se tentam esconder por detrás das expressões faciais (e tão facilmente dissimuladas atrás de um ecrã de computador). Não dispenso isso e cada vez estou mais certa que não há nada que possa substituir essa forma tão rudimentar e pouco inovadora de socializar!

Mas, no nosso mundo, cheio de ligações em rede, hi5, Facebook, e afins... "apagar" uma pessoa da nossa "vida" (ou pelo menos, fazer com que ela saia da nossa rede de amigos disponível na Internet) é possível... e tão fácil, como dá a entender esta música.
Quando a ouvi pela primeira vez, tive uma reacção naturalíssima: rir, rir, rir e rir! "Quem se lembra de escrever uma música com um refrão como este?!" - pensei eu. Mas, logo a seguir dei comigo a pensar: "Quantas e quantas pessoas já não fizeram isto?" - eu própria já fiz - "E vale a pena?"
No meu caso particular, não valeu, porque a pessoa em questão foi apagada de facto do meu grupo de amigos do hi5, mas não da minha vida, e ainda bem! Porque nós somos feitos do nosso passado e não o podemos apagar ou esquecer só porque resolvemos seguir em frente! O que fiz para resolver este imbróglio? Falei com a pessoa em questão, que entretanto se tinha apercebido, pedi desculpa e voltei a integrá-la no meu grupo de amigos.
O que aprendi? Aprendi que não vou mais "apagar" ninguém da minha "vida", mas antes "actualizar" o significado e o papel que cada pessoa vai tendo na minha "vida" sempre que for necessário!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Porque sim...

[Nikita, Outubro'o7 @ Durham, UK]

... porque adoro o Outono, as suas cores, as suas texturas...
... e... porque adoro cogumelos!
... e... porque esta foto tem muito significado para mim!
... porque me lembra a altura em que a minha vida começou a mudar!
... há cerca de um ano...
... far, faraway from here!!!!!

:D

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O desperdício da vida

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está
no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade".

[Carlos Drummond de Andrade]

quinta-feira, 23 de outubro de 2008


Nunca desvalorizes ninguém
Guarda cada pessoa perto do teu coração
Porque um dia podes acordar
E perceber que perdeste um diamante
Enquanto estavas muito ocupado(a) a coleccionar pedras.

[desconheço o autor]